Acho que adquirir o hábito de escrever no blog só em momentos especiais (pretendo retornar as publicações mensais). Voltando o papo de coisas especiais, hoje vou falar do meio irmão mais inteiro e completo que existe, Enrico. Ele chegou e do nada ganhou o coração das quatros mulheres da casa. Na época, com todo o charme de menino e birras deliciosas, levou o amor para todo sempre da dona Mainha e das três filhas.
Parece que foi ontem, encontrei o pirralho de fraldas no zoológico e comecei a alimentar os pombos junto com ele. Nem sabia falar direito, mas a pipoca que os pássaros saboreavam ganhou um charme a mais, "PICOCA". E, para nossa surpresa aquela criaturinha sabia falar HIPOPÓTAMO corretamente. As surpresas não pararam por ai, imitações ao pai era a melhor: "agora é meu, ôo" ou os dias em que ele acordava acreditando ser o menino super herói. Ah, foram várias vezes em que os pratos das plantas de dona mainha se transforam em escudos e o pequeno grande príncipe era o maior de todos os guerreiros.
A falta de apetite preocupava todo mundo, não comia quase nada. Biscoitos, chocolate e cereal era o mega banquete digno de um príncipe. Por falar em majestade, os contos de fadas tinham um sabor diferente para ele. Uma vez no meio da história, o príncipe se apaixonou pelo caixão e o lobo mau não parou de soprar a casa dos porquinhos. Sim, fiz uma confusão danada e misturei as histórias enquanto contava para o meio irmão mais inteiro do universo. O melhor é ele lembrar disso tudo com muito carinho.
Após alguns anos (quase 13 anos), conseguimos recordar das coisas mais marcantes e engraçadas que aprontou. No auge dos seus 15 aninhos, Enrico se tornou um rapazinho lindo por dentro e por fora. Um menino com um coração digno de seguir como exemplo. E no meio de tanta admiração eu só tenho algo a dizer: Eu te amo, matusquelo! Espero poder vivenciar muitas primaveras do seu lado.
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