Rabiscava palavras, escrevia livros de memórias para um amor que não tinha.
Sonetos, poemas, frases feitas, músicas dos anjos para um mal de querer quem não existia.
Vivia a menina a brincar de malmequer, bem-me- quer, sem saber que na verdade o erro estava em uma única palavrinha.
Se tudo começa mal como poderia terminar bem?
A doce menina despetalava margaridas, rosas, azaléias, mas não percebia que o mal não lhe queria.
Insistia no mal e evitava o bem.
Um dia perdida em sua louca fantasia, percebeu que o bem existia.
Colheu uma flor e lá começou a falar: Bem-me-quer, malmequer...
Esperta menina acrescentou uma palavrinha:
Bem-me-quer, mal- não- me-queria...
Depois disso, pode finalmente perceber, que só o
bem lhe queria.
Esperta menina acrescentou uma palavrinha:
Bem-me-quer, mal- não- me-queria...
Depois disso, pode finalmente perceber, que só o
bem lhe queria.

Nenhum comentário:
Postar um comentário